Cursos On-line

Cursos On-line

Cursos Online na Área de Tecnologia da Informação
CURSOS MAIS IMPORTANTES PARA OS PROFISSIONAIS DE TI


Aulas: Virtuais ou Presenciais
Conteúdo: Conteúdo Digital
Período do Curso: Noturno
Certificação: Curso Certificado
Sistema de Vídeo Conferência: Skype
Sistema de Ensino e Avaliação: Moodle
Modalidade: Cursos Intensivos
Atividades: Aulas agendadas
Duração: Entre 1h30min e 2hs15min.

Curso de WebDesign

Curso: WebDesign
Tempo Previsto:
1 mês e 15 dias

Horas: 180 horas-aula


O que faz o WebDesigner?

O profissional que estuda web design é então chamado de web designer, que é responsável por projetar e desenhar web sites, blogs, sistemas e aplicativos web. Seu papel é criar a interface gráfica do site, onde ocorrerá toda interação do usuário, portanto é importante que o web designer tenha em mente atributos como: facilidade de uso do site e emoções que o design pode despertar no usuário, dessa forma seu design será mais eficiente. Podemos comparar o designer a um artista.

Este artista da web é responsável por projetar e desenhar web sites, blogs, sistemas e aplicativos web. O web designer deve ser capaz de produzir layouts para sites e blogs e banners para divulgação na internet, também deve ter conhecimento, ao menos básico, em linguagens de programação como: HTML, CSS, JAVASCRIPT e PHP. É claro que a função do designer não deve ser confundida com a do desenvolvedor web, que é responsável pela parte de programação, mas muitas vezes os designers também acabam tendo que colocar a mão na massa.

Saiba mais. Acesse a Página de apresentação do Curso.

Analista SEO

Curso: Analista de SEO
Tempo Previsto:
1 semana

Horas: 15 horas-aula


O que é Analista de SEO?

O Analista de SEO é o responsável por otimizar páginas de sites para que fiquem o melhor possível posicionada nos mecanismos de busca como o Google, Yahoo, Bing… A busca orgânica, gratuita, é o foco do Analista de SEO, e para ter bons resultados o processo será de médio/longo prazo.


Requisitos para um Analista de SEO

Os requisitos não são oficiais do Especialista de SEO, mas são considerados essenciais para o profissional de SEO.

  • Conhecer os mecanismos de busca
  • Noção de códigos (html, css, php…)
  • Saber pesquisar e entender qual a melhor palavra chave e estratégia para o site.
  • Atualmente saber utilizar as Redes Sociais para desenvolvimento de estratégias para ajuda no SEO.
  • Saber técnicas de SEO.
  • Desenvolver estratégias de posicionamento.
  • Utilizar ferramentas para análise de desenvolvimento e resultados.
  • Conhecimento em xml.

Conteúdo do Curso de Analista de SEO

  • Fatores ON Page – Analisar o código do site, html, urls, navegação e usabilidade. Avaliar o conteúdo do site para que seja muito bem compreendido pelos motores de busca.
  • Fatores OFF Page – Seria o externo do site, como criar backlinks para o seu site. Conseguir o máximo de sites com o mesmo assunto que o seu, que irá indicá-lo por seu conteúdo ser de boa qualidade.
  • Criação de Conteúdo – Criar conteúdos para os clientes não somente para os buscadores. Criar uma interação das pessoas com a matéria, criando uma expectativa de comentar e discutir sobre o tema proposto.
  • Treinar Equipes – Passar seu conhecimento e propósito para a Equipe, mostrando a Importância do SEO para um bom posicionamento e o que poderá mudar futuramente quando o site estiver bem posicionado e visto pelos motores de busca.

Ensinar todo tipo de ferramenta necessário que possam ser utilizadas para ter noção e visão de como será feito o ranqueamento do site.


Diferenciais do Analista de SEO

  • Usabilidade
  • Inglês
  • Programação
  • Google Analytics
  • Marketinge e Propaganda.

VAGAS: SEM VAGAS

Analista de Mídias Sociais

CURSO: Analista de Mídias Sociais
Tempo Previsto: 1 semana
Horas: 15 horas-aula


O curso de Analista de Mídias Sociais prepara profissionais para a administração estratégica de plataformas de interação ,tais como as plataformas das redes sociais. O conteúdo abrange técnicas de monitoramento de acessos, inclusão e gerenciamento de conteúdo, interpretação das métricas de navegação  e comportamento dos usuários, além de empreendedorismo e inovação.


O MARKETING DIGITAL E O ANALISTA DE MÍDIAS SOCIAIS

– Introdução ao marketing
– Marketing digital
– O analista de mídias sociais


PLANEJAMENTO DE AÇÕES DE MARKETING DIGITAL EM MÍDIAS SOCIAIS

– Planejamento
– Benchmarking: análise de mercado


MÍDIAS SOCIAIS

– Mídias sociais como canais de comunicação para marketing digital
– Facebook marketing
– Conteúdo o MERCADO DE TRABALHO
– Mercado de trabalho para analista de mídias sociais
– Como cobrar por consultorias em mídias sociais


VAGAS: SEM VAGAS

Análise e Projeto de Sistemas

Curso: Análise e Projeto de Sistemas
Tempo Previsto:
1 semana

Horas: 15 horas-aula


O Curso de Análise e Projeto de Sistemas tem como objetivo especializar profissionais em Análise e Projeto de Sistemas capacitando-os a:

– Especificar requisitos de sistemas de informação;
– Definir estratégias e processos de desenvolvimento de sistemas de informação;
– Selecionar e utilizar métodos e ferramentas apropriadas ao desenvolvimento dos sistemas;
– Empregar novas tecnologias  para o desenvolvimento dos sistemas, relacionadas a Banco de Dados, Interfaces Gráfica, Orientação a Objetos e Redes de Computadores.

Pré-Requisito:
Graduação, preferencialmente em áreas técnicas. Noções em:
– Projeto de Programas e Estruturas de Dados e Banco de Dados;
– Linguagens de Programação e de Banco de Dados;
– Sistemas de Computação.


VAGAS: SEM VAGAS

Relacionamento com o Cliente

Curso: Relacionamento com o Cliente
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
11 horas-aula


Conteúdo:

  • Comportamento do consumidor
  • Motivação, Liderança e Resultados
  • Comunicação Assertiva
  • Formulação de Orçamentos
  • Qualidade do atendimento
  • Nível de Satisfação do Cliente
  • Marketing de Serviço
  • Marketing de Relacionamento
  • Elementos diferenciais entre Vendas e Marketing
  • Estratégias Competitivas (Atrair, Reter e Cultivar Clientes)
  • CRM – (CUSTOMER RELATIONS MANAGEMENT)

VAGAS: SEM VAGAS

Gerência de Processos

Curso: Gerência de Processos
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo:
– Gestão Baseada em Processos
– Processos de Negócios
– Modelagem de Processos
– Tópicos Avançados em Modelagem de Processos


VAGAS: SEM VAGAS

Gerência de Projetos

Curso: Gerência de Projetos
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


O Gerenciamento de Projetos proporciona aos profissionais a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas nas atividades dos projetos. Analisar as etapas da concepção inicial do projeto, de modo a atender a seu escopo, prazo, custo e qualidade. O gerenciamento de projetos não apenas cumpre a visão e os objetivos estratégicos da empresa, mas também implementa escopos condizentes com a percepção das partes envolvidas, dos recursos e dos requisitos mercadológicos. 

Utilizaremos as práticas mundialmente reconhecidas e utilizadas, que foram preconizadas pelo PMI (Project Management Institute), uma das maiores associações para profissionais de gerenciamento de projetos.

 Conteúdo:

  • Gerenciamento de Integração
  • Escopo
  • Tempo
  • Custos
  • Qualidade
  • Recursos Humanos
  • Comunicações
  • Riscos.

VAGAS: SEM VAGAS

Modelagem de Dados

Curso: Modelagem de Dados
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo do Curso Modelagem de Bancos de Dados Relacionais

Descrição: Nesta primeira aula apresentamos o curso Modelagem de Dados. Resumimos cada tópico e apresentamos alguns exemplos desenvolvidos com a ferramenta utilizada durante o curso, a Data Modeler. Por exemplo, para o primeiro tema, Introdução à Modelagem, destacam-se os termos Modelo, Tipos de Modelagem (hierárquica, orientada a objetos, relacional, etc.), além da própria abordagem relacional. Já para o tópico “Modelo Relacional”, dá-se especial atenção à terminologia, os operadores (seleção, projeção) e à análise de um problema. No tópico seguinte, “Etapa Conceitual”, aprofundam-se características do Modelo de Entidades e Relacionamentos: entidade, atributo, chave, etc. No “Projeto Lógico” enfatiza-se a eliminação de redundâncias e, finalmente, no “Projeto Físico” discute-se a utilização da linguagem SQL

Metodologia de Desenvolvimento do Curso: A metodologia utilizada neste curso é de aulas expositivas, apresentação de estudos de caso e demonstrações práticas usando a ferramenta Data Modeler.

Tipos de Modelagens de Dados
Descrição: Nesta segunda aula abordamos diferentes formas de construir um modelo de dados. Começamos pela Hierárquica, muito antiga e propensa ao surgimento de redundâncias. Prosseguimos com a abordagem em Rede, mais eficiente que a anterior, porém dificultando sua manutenção à medida que o modelo cresce. O terceiro modelo visto baseia-se no Paradigma da Orientação por Objetos, muito popular nos campos da análise e programação, porém nem tanto na seara dos bancos de dados. Comentamos rapidamente o mundo NoSQL ,ultimamente aplicado na construção de bases não estruturadas. Finalmente, apresentamos o Modelo Relacional, utilizado ao longo do curso.

Modelagem Relacional
Descrição: Nesta terceira aula apresentamos com mais detalhes a abordagem relacional. Como foi elaborada tendo por base a Teoria dos Conjuntos da Matemática, fazemos representações, usando conjuntos de elementos que compõem um Modelo Relacional. Mencionamos conjuntos, elementos e o critério utilizado para agrupar elementos: o fato de possuírem a mesma relação de atributos. Também destacam-se relacionamentos (o fato de existirem vínculos entre elementos de diferentes conjuntos e a necessidade de eleger um atributo que garanta a unicidade dos elementos dentro de um conjunto. Concluímos a aula destacando novamente a importância do ato de modelar, em especial bancos de dados: responder perguntas!

Terminologia e Operadores
Descrição: Nesta quarta aula abordamos o Modelo Relacional enfatizando sua terminologia, bem como operadores básicos. Na terminologia esclarecemos termos tais como relação, relacionamento, chave, tupla e atributo. Especial ênfase é dada ao fato de consistir uma relação de um conjunto de tuplas sem repetição e sem compromisso com a ordenação. Também comentamos sobre grau e cardinalidade de uma relação e cardinalidade de relacionamentos (muitos para muitos, um para muitos e um para um). As operações básicas introduzidas são cinco: seleção, projeção (unárias), união, diferença e produto cartesiano (binárias). Estamos pavimentando o caminho para que, mais à frente a linguagem SQL possa ser apresentada.

Utilização de Operadores
Descrição: Nesta videoaula abordamos os operadores utilizados para realizar consultas a bases de dados, tema já iniciado na aula anterior. Vale ressaltar que a modelagem de dados envolve não apenas a modelagem em si, como também as operações de manipulação dos dados que constarão no banco sendo criados. Também conferimos formalização às operações mostrando as expressões utilizadas na álgebra relacional. As operações vistas são: seleção, projeção (unárias), união, diferença e produto cartesiano (envolvendo mais de uma relação). Ao final, destacamos as operações combinadas, tais como seleção e projeção ou a que resulta na junção (produto cartesiano mais seleção).

Análise de um Problema
Descrição: Nesta videoaula abordamos uma forma de realizar análise de um problema visando a criação de um modelo de dados. Iniciamos estudando o enunciado do problema, depois realizamos questionamentos visando eliminar dúvidas e finalmente destacamos possíveis entidades, relacionamentos e atributos (tanto de entidades quanto de relacionamentos). O problema em questão trata de fornecimento de peças para um hipotético projeto de uma empresa qualquer. Ao final, mostramos os passos necessários para instalação da ferramenta SQL Developer Data Modeler (localização do site, conexão utilizando uma conta Oracle e cópia propriamente dita). Esta ferramenta é gratuita e será aproveitada no restante do curso.

Entidades
Descrição: Nesta sétima aula abordamos o conceito de Entidade. Inicialmente revemos a definição apresentada na Aula 03 (representação de um conjunto de elementos compartilhando características em comum). Depois retomamos o enunciado apresentado na aula anterior, destacando a presença de 3 entidades: fornecedores, peças e projetos. Finalmente, ativamos a ferramenta SQL Developer Data Modeler, instada na aula passada e fazemos uma interação inicial. Vemos a questão da nomenclatura (ela chama de Modelo Lógico o que nos chamamos de modelo Conceitual; E de Modelo Relacional o que nós chamamos de Modelo Lógico. Finalmente, criamos as 3 entidades usando a ferramenta.

Atributos
Descrição: Nesta oitava aula abordamos o conceito de Atributo de Entidade. Inicialmente revemos a definição apresentada na Aula 03 (características comuns a todos os elementos compondo o conjunto identificado como Entidade). Depois retomamos o enunciado do problema sendo trabalhado no curso, destacando os atributos nas 3 entidades: fornecedores, peças e projetos. Caracterizamos cada atributo como simples (monovalorado), composto (subconjunto de campos), multivalorado e chave (tema que será visto em outra aula). Finalmente, ativamos a ferramenta SQL Developer Data Modeler recuperando o modelo iniciado na aula anterior. Inserimos os atributos de apenas uma entidade (Fornececedor), mas vamos disponibilizar o arquivo contendo os atributos das 3 entidades.

Relacionamentos
Descrição: Nesta nona aula abordamos o conceito de Relacionamento. Inicialmente revemos a definição apresentada na Aula 03 (mecanismo permitindo associar elementos de entidades diferentes). Mostramos uma nova representação gráfica de entidades e relacionamentos (notação Chen) para detalhar as características dos relacionamentos (conjuntos de pares, onde cada representante provém de uma entidade diferente). Discutimos os três tipos de cardinalidade: um para muitos, muitos para muitos e um para um. Também caracterizamos o relacionamento em uma entidade como parcial (ficam alguns elementos de fora) ou total (para uma determinada entidade e um relacionamento, todos os elementos da entidade participam do relacionamento). Finalmente, propomos uma relação de atributos para os relacionamentos discutidos .

Cardinalidades – Um para muitos
Descrição: Nesta décima aula continuamos abordando o conceito de Relacionamento. Inicialmente revemos os tópicos vistos na aula anterior (cardinalidades, totalidade/parcialidade e atributos), porém voltando ao modelo desenvolvido na Aula 8 usando a ferramenta Data Modeler. Esta é novamente utilizada neste capítulo começando pela abertura do modelo em arquivo compactado, como disponibilizado na aula 8. Uma vez aberto o modelo, trabalhamos no relacionamento FORNECE, entre as entidades PEÇA e FORNECEDOR (fica evidente a diferença entre fornecer de fato e o poder fornecer, como indicado no enunciado). Fechamos com o auto relacionamento na entidade PEÇA . Deixamos para casa o terceiro relacionamento, entre PEÇA e PROJETO

Relacionamentos Múltiplos
Descrição: Nesta décima primeira aula continuamos abordando o conceito de Relacionamento, porém destacando que até o momento, somente vimos relacionamentos binários, ou seja, envolvendo apenas duas entidades. Nesta aula vemos relacionamentos ternários (3 entidades envolvidas) e discutimos como ficariam as cardinalidades e as totalidades. Em tese, também poderíamos ter relacionamentos quaternários (envolvendo 4 entidades), porém isto acaba engessando o modelo, já que estamos criando um nível de interdependência entre 4 elementos, cada um vindo de uma entidade separada. Inclusive, precisamos analisar o grau de interdependência entre os elementos envolvidos em um relacionamento. Muitas vezes, percebemos que relacionamentos ternários podem ser substituídos por dois, sendo uma agregação, último tópico visto na aula.

Chaves
Descrição: Nesta décima segunda aula continuamos abordando o conceito de Atributos, discutindo a necessidade de escolher um atributo como representante de uma entidade em relacionamentos. Vimos que um relacionamento binário envolve pares, onde cada elemento do par provém de uma entidade distinta. Ora, se o representante não for único, nunca saberemos exatamente qual indivíduo está participando do relacionamento. Daí vem o conceito de chave primária e, quando houver outros atributos cujos valores não se repetem, temos chaves candidatas. Vimos também a possibilidade de termos chaves primárias ou alternativas compostas, quando constituídas por mais de um campo. Fechamos a aula representando chaves no Data Modeler.

MER
Descrição: Nesta décima terceira aula retomamos o modelo de entidades e relacionamentos do RH, inicialmente visto na aula 9 (Relacionamentos) e também na aula 11, quando comentamos sobre relacionamentos múltiplos e agregações. Depois de apresentar o modelo completo, com suas 4 entidades (Funcionario, Departamento, Projeto, Documento) e 4 relacionamentos, inclusive uma agregação. Destacamos os ganhos de flexibilidade das agregações (quando existe independência de um atributo em relação aos demais). Partindo para o Data Modeler, já com as entidades e seus atributos gerados, criamos os 4 relacionamentos e constatamos a impossibilidade de representar relacionamentos ternários, mas fomos capazes de criar uma agregação.

MER Complemento
Descrição: Nesta décima quarta aula prosseguimos nossos trabalhos no modelo de entidades e relacionamentos do RH, composto agora por 4 entidades e mais uma agregação, além de 4 relacionamentos. Apresentamos a possibilidade de criar uma especialização, ou seja, dada uma entidade (conjunto de elementos), se temos atributos comuns a todos os elementos e também alguns atributos específicos para alguns, sugere-se dividir a entidade original criando subentidades. Fechamos a aula falando sobre ENTIDADES FRACAS, normalmente resultantes da promoção de atributos multivalorados a entidades. Vale destacar que os elementos de uma entidade fraca não teriam razão de existência caso não existisse uma entidade “forte” à qual se relacionam (por exemplo, dependentes versus funcionários)

Estudo de Caso I: Introdução
Descrição: Nesta décima quinta aula propomos a elaboração de modelo de dados começando do zero. Representaremos o banco de dados a ser usado por um aplicativo para smartphones consistindo no fornecimento de melhores preços para produtos a usuários que estejam passando pelas redondezas. A interpretação do enunciado segue uma associação de classes gramáticas a componentes do modelo. Desta forma, substantivos seriam entidades, verbos seriam relacionamentos, adjetivos, atributos de entidades e, finalmente, advérbios estariam ligados a atributos de relacionamentos. Trabalhando no Data Modeler, chegamos a criar três entidades: Cliente, Produto e Farmácia. Elas representariam apenas o submodelo dedicado às buscas por produtos. Na próxima aula abordaremos farmácias parceiras.

Estudo de Caso I: Submodelo
Descrição: Nesta décima sexta aula damos continuidade ao modelo iniciado na aula anterior. O banco de dados sendo modelado será utilizado por uma aplicação para smartphones capaz de informar o melhor preço de um determinado produto farmacêutico realizando buscas em farmácias localizadas nos arredores. Nesta aula introduzimos o conceito de submodelo, muito comum em modelos apresentando grande complexidade. Na aula anterior trabalhos no submodelo Busca; nesta aula o faremos no de Parcerias, ou seja, a representação de filiais e suas promoções. Ao final da aula surge uma discussão sobre a melhor forma de representar as promoções: se via relacionamento diretamente com a entidade de filiais, via relacionamento ternário ou via agregação. Foi escolhida a terceira alternativa.

Estudo de Caso I: Modelagem Financeira
Descrição: Nesta décima sétima aula damos continuidade ao modelo trabalhado na aula anterior, acrescentando-lhe funcionalidades relativas à área financeira. Iniciamos adicionando o atributo PREÇO à entidade de produtos. A seguir, estabelecemos mais um relacionamento entre produtos e filiais: ANUNCIA, representando o fato de uma filial de uma farmácia parceira poder promover outros produtos. Finalmente, discutimos a questão da venda que, a princípio, poderia ser encaminhada utilizando-se um relacionamento triplo (descartado devido a limitação da ferramenta utilizada). A segunda alternativa seria criar uma agregação envolvendo produto e filial e relacioná-la com clientes (também a ferramenta proíbe ter uma entidade em mais de uma “agregação”). A solução definitiva, e a mais elegante, foi criar mais duas entidades: PEDIDOS, relacionada com clientes, e ITENS_PEDIDOS, com produtos.

Estudo de Caso I: Abstração do Modelo Conceitual
Descrição: Nesta décima oitava aula encerramos o modelo trabalhado nas últimas três aulas, acrescentando-lhe funcionalidades relativas à área de vendas. Agora, o Sistema será capaz de armazenar as necessidades dos clientes e notificá-los quando chegar o momento de adquirir novamente um produto adquirido anteriormente. Também discorremos sobre o risco de confundir armazenamento e processamento, ou seja, destacamos que existem outras ferramentas capazes de modelar a funcionalidade de um sistema. Finalmente, destacamos o potencial de abstração do Modelo Conceitual, destacando a possibilidade de expandir o modelo para também representar outros produtos que não sejam necessariamente provenientes de farmácias.

Resumo Etapa Conceitual
Descrição: Nesta décima nona aula concluímos o macro tema Etapa Conceitual realizando uma grande revisão. Começamos relembrando o conceito de entidade (conjuntos de elementos compartilhando características), seguimos com atributos (características compartilhadas por elementos de uma entidade) e relacionamentos (vínculos entre elementos de entidades). Detalhamos relacionamentos comentando cardinalidades possíveis (muitos-para-muitos, um-para-muitos e um-para-um), relações de totalidade/parcialidade, múltiplos relacionamentos (ternários, por exemplo) e a flexibilização proporcionada por agregações. Fechamos a aula discutindo especialização de entidades, entidades fracas e alertando para não representar processamentos no modelo de dados.

Migração Modelo Conceitual para Projeto Lógico
Descrição: Nesta vigésima aula iniciamos o macro tema Projeto Lógico destacando as etapa inicial, consistindo na tradução do modelo conceitual para uma primeira versão do projeto lógico. Entidades viram tabelas; Relacionamentos M:N também viram tabelas; Relacionamentos 1:N provocam a migração de uma chave (dita “estrangeira”), mais os atributos do relacionamento para a tabela relacionada (aquela posicionada no lado N da relação). Relacionamentos 1:1 têm o mesmo tratamento de 1:N (escolhemos arbitrariamente uma tabela para ser a “relacionada”). Agregações viram tabelas, bem como especializações. Finalmente, destacamos também como esta migração acontece utilizando a ferramenta Data Modeler (o que no curso chamamos de Modelo Conceitual, a ferramenta chama de Logical Model; e o nosso Projeto Lógico recebe o nome de Relational Model.

Dependências Funcionais
Descrição: Nesta vigésima-primeira aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico apresentando o conceito de normalização: conjunto de passos, ou formas normais, cujo objetivo consiste em reduzir a presença de redundâncias. O tema principal da aula trata sobre dependências funcionais, presentes, ao percorrer os dados de uma tabela, quando um, ou mais campos, têm seus conteúdos alterados quando o campo ao qual dependem funcionalmente também muda. Chegaremos à conclusão que todo campo ausente da chave primária depende funcionalmente dela. E quando temos dependências funcionais parciais, ou seja, um campo depende, além da chave, de outro, é sinal que poderíamos ter anomalias de atualização (assunto da próxima aula)

Normalização e Anomalias
Descrição: Nesta vigésima-segunda aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com Anomalias. Há três tipos: anomalias de inclusão (quando não podemos inserir um dado, sem inserir outro); atualização (ocorrência de redundâncias) e exclusão (quando não podemos eliminar um dado, sem excluir outro). Vemos também três exemplos onde apresentamos os malefícios causados pelas ocorrências dos três tipos de anomalias (o primeiro mostra de forma evidente as 3 anomalias). Finalmente, destacamos a relação entre anomalia e dependência funcional: a presença da primeira indica má ocorrência da segunda.

Primeira Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-terceira aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com a Primeira Forma Normal: uma relação (tabela) é dita na 1FN se todos os seus atributos forem campos elementares. Além disto, todos os campos fora da chave primária devem ser funcionalmente dependentes dela. Nesta aula voltamos ao Data Modeler, retomando projeto trabalhado ao final da aula 20, quando migramos o modelo conceitual para a primeira versão do projeto lógico. Destacamos o esmiuçamento de campos estruturados e a criação de novas tabelas em decorrência de atributos multivalorados.

Segunda Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-quarta aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com a Segunda Forma Normal: uma relação (tabela) é dita na 2FN se já estiver na 1FN e todo atributo não chave for dependente funcional total desta chave. Revisamos o conceito da dependência funcional e, quando houver chave composta e um atributo depender funcionalmente de apenas um campo da chave, temos caracterizada a dependência funcional parcial, que fere a segunda forma normal. Fazemos um pequeno exercício no Data Modeler onde discutimos o seguinte fato: será que um Modelo Conceitual mais cuidados facilitaria nossos trabalhos na etapa do Projeto Lógico no que tange à normalização? Para refletir.

Aplicações da Segunda Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-quinta aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com aplicações da Segunda Forma Normal: uma relação (tabela) é dita na 2FN se já estiver na 1FN e todo atributo não chave for dependente funcional total desta chave. Comentamos três aplicações: na primeira há uma chave dupla e mais três atributos (um deles depende apenas de um, e não dos dois campos da chave primária). Identificamos uma dependência funcional parcial e, portanto, uma violação à segunda forma normal. Já no segundo caso temos uma chave tripla (tabela de pedidos) e uma polêmica: o valor do produto estaria atrelado ao produto, ou poderia variar de pedido a pedido? Caso tivéssemos um preço amarrado ao produto, novamente estaria caracterizada a dependência funcional parcial. Finalmente, o terceiro caso nos traz uma tabela com chave primária simples. Ora, vimos na definição da 2FN que tabelas com chaves simples já estão normalizadas, segundo a 2FN. Aproveitamos, nesse exemplo, para introduzir a terceira forma normal, tema da próxima aula.

Terceira Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-sexta aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com a Terceira Forma Normal: uma relação (tabela) é dita na 3FN se já estiver na 2FN e não existe dependência transitiva entre a chave primária e os atributos que não pertencem a esta chave. Revisamos o conceito da dependência funcional, agora enfatizando a do tipo transitiva, presente quando houver dependências entre atributos fora da chave. Fazemos um pequeno exercício no Data Modeler onde apresentamos uma entidade conceitual de alunos; a migramos para o projeto lógico e resolvemos uma anomalia de atualização causada pela repetição de nomes de estados e municípios.

Aplicação da Terceira Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-sétima aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com uma aplicação da Terceira Forma Normal: Uma relação (tabela) é dita na 3FN se, além de estar na 2FN, não existe dependência transitiva entre a chave primária e os atributos que não pertencem a esta chave. Na aplicação temos três tabelas, ContaCorrente, CartaoCredito (filha da primeira) e Deposito (filha de ambas). Mostramos um exemplo numérico onde o par de chaves estrangeiras id_CCartaoCredito e id_CCorrente na tabela Deposito apresenta valores discrepantes aos observados na tabela CartaoCredito. Também constatamos a possibilidade de termos depósitos sem a utilização de cartão de crédito, o que nos levará a uma solução onde Deposito será desmembrada em 3 tabelas (a principal e duas especializações). Fechamos resolvendo o problema no Data Modeler.

Outra Aplicação da Terceira Forma Normal
Descrição: Nesta vigésima-oitava aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com mais uma aplicação da Terceira Forma Normal, já discutida na aula passada. Nesta oportunidade, apresentamos um modelo de venda de cursos (turmas); constatamos a presença de uma tabela filha e neta de outras duas (caracterizando a violação à terceira forma normal). Também observamos a possibilidade de normalizar uma tabela de pessoas, na qual constam campos tais como Cidade, UF, Região e País. Propomos uma tabela à parte que evitaria redundâncias (imagine quantas vezes a “MG” seria repetido, para cada cidade mineira). Fechamos resolvendo o problema no Data Modeler!.

Forma Normal Boyce Codd
Descrição: Nesta vigésima-nona aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico relacionando o já conhecido conceito de Normalização com mais uma Forma Normal, a Boyce-Codd: Uma relação está na BCFN quando estiver na 1FN e todo determinante for chave candidata. Trabalhamos com dois exemplos, o primeiro envolvendo uma tabela com matrículas, disciplinas e professores, e um segundo retratando equipes, líderes e lideranças. Em ambos descobrimos atributos determinantes (outro depende funcionalmente dele) e não elegíveis a serem chaves candidatas, pois seu conteúdo se repete. Ao final da aula, usamos o Data Modeler para apresentar uma possível solução do segundo caso.

Outras Formas Normais e Desnormalização
Descrição: Nesta trigésima aula prosseguimos no macro tema Projeto Lógico concluindo o tema Normalização. Apresentamos as duas últimas formas normais: a quarta e a quinta. A quarta usa o conceito de dependência funcional multivalorada (somente podemos ter uma por tabela) e a quinta o de dependência funcional de junção (aplicamos várias projeções a uma relação e depois reunimos as tabelas geradas com junções; caso apareçam linhas espúrias significa uma violação à quinta forma normal). Depois de uma rápida revisão das seis formas normais vistas, comentamos sobre desnormalização, consistindo em um mecanismo de união de tabelas e, por consequência, introduzindo redundâncias controladas. Trata-se de uma medida em pró do desempenho futuro do banco de dados e deve ser tomada em conjunto: analista de dados (AD) e administrador de bancos de dados (DBA).


VAGAS: SEM VAGAS

SCRUM

Curso: SCRUM
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo do Curso Scrum – Gerenciamento Ágil de Projetos de Software
O Scrum é um framework (caixa de ferramentas) de desenvolvimento iterativo e incremental utilizado no gerenciamento de projetos e desenvolvimento de software ágil. 
Scrum possui seu foco no gerenciamento e projeto da organização onde é difícil planejar à frente. Mecanismos do Controle de Processo Empírico, onde ciclos de feedback constituem o núcleo da técnica de gerenciamento que são usadas em oposição ao tradicional gerenciamento de comando e controle. É uma forma de planejar e gerenciar projetos trazendo a autoridade da tomada de decisão a níveis de propriedade de operação e certeza.

O curso prepara profissionais para darem início às experiências com o gerenciamento de projetos utilizando o framework do Scrum – metodologia ágil para gerenciamento de projetos que está em franco crescimento no Brasil. Através de uma abordagem iterativa, com foco no cliente e seguindo os princípios do Manifesto Ágil, o Scrum favorece a comunicação e a produtividade da equipe, independente do ramo de atuação ou tamanho das empresas.

1. Introdução aos Métodos Ágeis

Processos empíricos e definidos, o Manifesto Ágil, conceitos de valor, interação e iteração, o desenvolvimento enxuto (Lean) e os desperdícios dos projetos.

2. O Framework Scrum

O ciclo de vida, os papéis, sprint, planejamento e execução de projetos com Scrum, product backlog, sprint backlog, estimativas com planning poker, daily meeting, retrospectivas e sprint review.

3. Simulação de Scrum com um projeto real

Dinâmica já executada em mais de uma dezena de oportunidades para centenas pessoas, que passa por todas as fases do Scrum e inclui simulações de situações do dia a dia, tais como mudanças no escopo e mudanças nas equipes dos projetos, retrabalho, precisão das estimativas, além de trabalhar conceitos de velocidade e produtividade.

4. Contratos em projetos que adotam métodos ágeis

Como estabelecer contratos ágeis entre clientes e fornecedores com o uso de Scrum, tipos de contratos, vantagens e desvantagens de cada tipo de contrato, discussão de casos reais.

5. Conclusão

Perspectiva do uso do Scrum no Brasil e no mundo, principais dificuldades, resistências, dicas, estratégias para vender projetos com Scrum internamente na sua empresa, alinhamento com modelos de qualidade (CMMI e MPS.BR), alinhamento com o PMBOK.

Pré-Requisitos: Conhecimentos básicos em Gerência de Projetos.


VAGAS: SEM VAGAS

Tópicos

Introdução à Linguagem PHP

Curso: Introdução à Linguagem PHP
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo:
INTRODUÇÃO
SINTAXE BÁSICA
CRIANDO OS PRIMEIROS SCRIPTS
TIPOS
CONSTANTES
OPERADORES
ESTRUTURAS DE CONTROLE
FUNÇÕES
VARIÁVEIS
CLASSES E OBJETOS
CONCLUSÕES


 

VAGAS: SEM VAGAS

Introdução à Linguagem Javascript

Curso: Introdução à Linguagem Javascript
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo:

  • Introdução ao JavaScript FREE
  • Ferramentas do JavaScript
  • Variáveis e Constantes
  • Javascript: Eventos
  • Camadas
  • Operadores Matemáticos ou Aritméticos
  • Operadores de Atribuição
  • Operadores de Comparação
  • Operadores Lógicos
  • Operadores Bit a Bit
  • Operadores Especiais
  • Declarando Funções
  • Operadores de Decisão
  • Estrutura condicional IF
  • Estrutura SWITCH
  • Loop FOR
  • Loops WHILE e DO WHILE
  • Tratamentos de Erros
  • Try, Catch, Finally e Throw
  • Objetos JavaScript
  • Objetos Boolean e Number do Javascript
  • Objeto String do Javascript
  • Objeto Date do Javascript
  • Objeto Math do Javascript
  • Objeto RegExp do Javascript
  • Array: Propriedades e Métodos
  • JavaScript Global
  • Funções Callback
  • Eventos HTML
  • HTML DOM (Document Object Model): Introdução
  • HTML DOM (Document Object Model): Fazendo alterações no HTML
  • HTML DOM (Document Object Model): Fazendo alterações nos estilos CSS
  • HTML DOM (Document Object Model): Eventos
  • HTML DOM (Document Object Model): Nodes (Elementos)
  • HTML BOM (Browser Object Model): Window Object
  • Window.Screen e Window.Location
  • Window.History e Window.Navigator
  • Window PopUp Boxes
  • Window Timing Events (temporizadores)
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  • Programação Orientada a Objetos
  • Javascript OO: Pilares da Programação Orientada a Objetos
  • Javascript OO: Conceitos da Programação Orientada a Objetos
  • Prototype.js
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  • Mootools
  • Código Fonte

 

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Introdução à Linguagem Angula 2

Curso: Introdução à Linguagem Angular 2
Tempo Previsto:
1 semana
Horas:
15 horas-aula


Conteúdo:

  • Introdução
  • Configuração de ambiente
  • Qual linguagem para desenvolver com Angular
  • Gerando a primeira aplicação
  • package.json
  • tsconfig.json
  • typings.json
  • Web Component 
  • Entendendo Hello World
  • System.js
  • Outros scripts no index.html
  • Scripts e package.json 
  • Interpolação
  • Data binding e ngModel
  • ngFor
  • Evento de click 
  • nglf
  • Integrando componentes 
  • Considerações finais

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